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	<title>Maternidade &#8211; Amanda Schmitz</title>
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	<title>Maternidade &#8211; Amanda Schmitz</title>
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		<title>Exterogestação: o que é isso?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 01:22:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A exterogestação é um período que se inicia logo após o parto e engloba a falta de percepção inicial do bebê sobre o fato de o mesmo ter deixado o útero. Dessa forma, esse é um período de compreensão, respeito e favorecimento para com o bebê diante dessa mudança, bem como um momento de criação]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A exterogestação é um período que se inicia logo após o parto e engloba a falta de percepção<br />
inicial do bebê sobre o fato de o mesmo ter deixado o útero. Dessa forma, esse é um período<br />
de compreensão, respeito e favorecimento para com o bebê diante dessa mudança, bem<br />
como um momento de criação de vínculo mãe-bebê e bebê-mãe.<br />
Normalmente esse período leva cerca de três meses em média. É como uma gestação fora do<br />
útero, onde a mãe poderá proporcionar acolhimento e conforto a esse bebê simulando<br />
situações que o remetam ao útero materno.<br />
Algumas formas de proporcionar isso ao bebê são:<br />
-amamentação em livre demanda: No útero sempre que o bebê sentia fome, tinha as<br />
suas necessidades providas através do cordão umbilical, sem que isso exigisse nenhum<br />
esforço de sua parte.<br />
-aproximação corporal: A aproximação proporciona o contato de pele e calor entre<br />
mamãe e bebê, mas também pode ser feita com sling que aproximará a cabeça do<br />
bebê ao coração da mãe, relembrar os com o bebê, como carrega-lo em sling;<br />
-enrolar o bebê em uma mantinha: ajuda o bebê a sentir-se mais confortável pois<br />
remete a limitação de espaço anterior;<br />
-reprodução de sons que lembrem o barulho uterino: Com uma busca rápida, você irá<br />
descobrir diversas opções desse áudio já disponível na internet;<br />
-balanços em rede: ou opções de movimento leve e repetido;<br />
-banho de balde: água quentinha e corpo quase imerso também irão lembrar a<br />
condição anterior. O contato com a água é tranquilizante para o bebê.<br />
Esses cuidados provenientes da exterogestação favorecem a “criação com mais apego”, que é<br />
o nome designado a um conjunto de ferramentas utilizadas pelos pais diante da criação dos<br />
filhos que tem como princípios fundamentais a criação amorosa, atendendo de forma<br />
consistente as necessidades do filho.<br />
Além disso, acabará gerando essa transição de forma congruente e não como uma ruptura<br />
para a criança que poderia causar prejuízos na segurança e na confiança desde muito cedo.</p>
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		<title>Por que algumas mulheres não querem ser mães?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[amandaschmitz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 01:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[As mulheres cresciam ouvindo o discurso de que a felicidade está em casar-se, ter filhos e construir uma família, porém essa fala já não é composta de tanto sentido, já não é mais uma realidade “imposta”. Cada pessoa busca a felicidade em diferentes contextos e com certa liberdade para tal, sendo que nem sempre essa]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As mulheres cresciam ouvindo o discurso de que a felicidade está em casar-se, ter filhos e construir uma família, porém essa fala já não é composta de tanto sentido, já não é mais uma  realidade “imposta”. Cada pessoa busca a felicidade em diferentes contextos e com certa liberdade para tal, sendo que nem sempre essa felicidade está ligada a possibilidade de ter filhos.<br /> Toda mulher nasce predisposta geneticamente a gerar filhos, mas isso não significa que ela tenha o tal &#8220;instinto materno&#8221;. O desenvolvimento deste instinto acontece no decorrer da vida, de acordo com suas experiências e percepções das mesmas.<br /> É comum se deparar com mulheres que não querem ter filhos, mas também com mães que não tem o instinto materno. Para essas mães é necessário trabalhar frente ao estabelecimento de um vínculo que busque suprir as necessidades dessa criança, bem como a relação dessa mulher com a culpa por não se sentir uma boa mãe, difundida tanto da sociedade, mas principalmente nesse caso por cobranças internas.<br /> A realidade atual de muitas mulheres não contempla a verdadeira disponibilidade para a maternidade. Hoje, a mulher tem esse poder de escolha, embora ainda se depare com julgamentos externos e internos, quando opta por não ser mãe.<br /> Com o desenvolvimento da sociedade, as mulheres passaram a assumir mais a sua personalidade e seus desejos, apresentando um olhar diferenciado no que diz respeito ao seu papel, incluindo direitos, na sociedade como um todo. Dessa forma, o número de mulheres<br /> que não querem ser mães aumenta a cada dia, compreendendo que a visão dessas mulheres vem se desenvolvendo e fazendo com que esse movimento seja parte de uma opção de vida.<br /> Atualmente a mulher encontra lugar no mercado de trabalho, se destaca nele, e na maioria das vezes não se predispõe a realizar exclusivamente os cuidados com a casa, filhos e marido.<br /> Outro ponto importante é a percepção dos desafios da maternidade, que ocorre a partir de discussões mais realistas que expõem as dificuldades sobre o tema e não apenas as mudanças que fazem parte “do mundo cor de rosa”.<br /> Chegamos a um momento em que ser mãe é uma opção, uma escolha de vida que pode ou não ser feita de acordo com as próprias necessidades. Nesse ponto o ser humano passa a ter a oportunidade de olhar a si mesmo, entender seus desejos e prioridades antes de olhar para o outro e isso sim é ponto de partida para uma vida emocional equilibrada.</p>
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